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Colégio Estadual

Renato Moraes

Trecho do Livro

Assim com a arte e a política alimentaram todo aquele período, nem sempre em perfeita comunhão, as sucessivas gerações que dele afloraram no Colégio Estadual não se contentaram em apenas fazer parte da platéia. Por diferentes veredas, eles marcaram presença de forma expressiva também no palco. Cinema, teatro, música, literatura e artes plásticas foram algumas das áreas em que seus alunos fincaram estacas, ponto de partida para lances mais elevados e ousados. Invariavelmente, elas se revelaram em sintonia com o novo, com o experimentalismo e com a vanguarda.

Renato Moraes

Nascido em Belo Horizonte, Renato Moraes integrou a geração dos rebeldes sonhadores dos anos 1960, década em que estudou no Colégio Estadual. Desistiu de ser arquiteto para se tornar cineasta, sonho abortado em seu nascedouro pelo recrudescimento da ditadura militar. Tornou-se jornalista e ingressou na revista Veja, em São Paulo, no ano de 1973, como o mais jovem membro da redação. Passou pelos principais veículos de comunicação do país, como a Folha de S. Paulo, da qual foi editor do caderno Ilustrada e um dos responsáveis pela criação do tablóide dominical Folhetim. Ex-editor-executivo da Revista Imprensa, criou e dirigiu, também, as revistas Abre Alas, FIA e Maturidade, e é autor do guia sobre bares e botequins de BH, entre outras obras.